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segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

A Virada... REvirada

 

Eu nem sei por onde começar. Queria ter vindo aqui antes e feito o relato do Positivo, mas não deu tempo. Ainda quero contar sobre isso, mas agora, meu momento é de falar de outra coisa: Ano Novo.

Este ano de 2010 promete muitas alegrias na minha vida, promete o maior acontecimento, a maior felicidade que julgo poder ter em muito tempo: o nascimento do meu filho.

Mas este ano começou de uma forma que nunca esperei. Foi a pior passagem que tive em toda minha vida. Além de toda tragédia ocorrida aqui em Angra, com tantas famílias mortas, desoladas pelos entes queridos perdidos, desabrigadas, destruídas, um cenário triste de destruição que todo país anda acompanhando pela tv e que posso ver com meus olhos toda vez que saio de casa. Além de tudo isso, houve uma destruição na minha própria casa. Não uma destruição física de paredes caindo e barrancos invadindo porta adentro. Mas uma destruição moral, emocional, de alicerces abalados, de família desestruturada.

Recebemos alguns parentes já na quarta-feira, dia 30, e foi só alegria. Estávamos todos felizes, sentindo falta do tio que se foi há 3 meses, mas felizes. No dia 31, o clima já mudou com a chegada do último grupo que faltava, eu senti algo estranho, me senti mal e corri várias vezes pra me esconder no meu quarto e chorar... chorar sem motivo aparente, só sentia vontade.

E no momento da virada que era pra ser alegria total, nos reunimos pra fazer uma oração e o improvável aconteceu, um caos total se instaurou e de repente o choro de saudade, foi interrompido por um discurso de ódio, ressentimento e loucura, totalmente sem nexo... uma gritaria desesperada e um ou outro mais equilibrado que tentava conter a confusão, ia também se perdendo na tentativa de melhorar as coisas, e também se desequilibrava e gritava e saía correndo pela rua, e quase rolava pelo chão, tudo em meio à tempestade, à chuva que momentos depois estaria derrubando casas...
E fiquei eu no meio disso tudo, quieta, desolada, sem entender o porquê e nem onde ia terminar, quase 1 hora depois e a confusão não acabava, disse uma palavra: CHEGA! Sem levantar a voz, sem gritar, só disse chega. E inacreditávelmente, um banco voou em minha direção e me gritaram palavras com tanto ódio que nunca imaginei receber.

Sem ação, e sem acreditar naquilo, subi pro meu quarto, por lá fiquei. Morrendo de pena do meu marido por ver aquilo acontecendo na família dele, triste por ver aquilo acontecer, ainda mais na minha casa. Não consegui sentir raiva, fiquei anestesiada, ainda imaginando que aquilo podia ser só um pesadelo. A causadora da confusão foi embora na hora ainda dizendo que ia subir pra dar um beijo no neném, tranquei a porta e pensei "de jeito nenhum ela entra aqui",e se foi deixando pra trás familiares que ainda se preocupavam se ela estaria bem na viagem, com aquela chuva toda, se não ia infartar ou algo assim. Quem ficou, dormiu de qualquer jeito, se dormiu, e levantou no mesmo passo de manhã e pôs o pé na estrada em meio a desculpas e olhares passados também sem acreditar no ocorrido.

Não sei direito o que vai ser daqui pra frente. Mas o que vi, foi uma família se esfarelar. Talvez se recuperem logo, talvez não. Sei que não estarei no olho do furacão pra ver isso. Além da falta de respeito que foi aquele auê dentro da minha casa, houve uma agressão física a mim e ao filho que eu carrego aqui dentro, uma agressão totalmente gratuita e sem sentido, que vai ser difícil, bem difícil de esquecer. Graças a Deus, o banco não pegou em mim, mas podia, e a consequência disso, ninguém pode medir e eu nem quero ficar pensando. Sei que no momento, eu consigo me imaginar contando pro meu filho que vovô e vovó do lado do papai, morreram no reveillón de 2010, quando ele tava na barriga de 3 meses...


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segunda-feira, 18 de maio de 2009

Porque DEUS É MUITO BOM COMIGO!!!!!!!!!!!!!

Oi, meninas!

Vim aqui compartilhar com vocês minha imensa felicidade!
Eis que depois de tanto sofrimento, mas com a certeza de algo muito bom Deus estava reservando pra nós...
CAIU DO CÉU uma promoção pro Julio AONDE???

ANGRA DOS REIS!!!!

Quinta-feira que vem, meu amor já estará aqui comigo!!! Família novamente reunida, felicidade, equilíbrio reestabelecido... mudança definitiva de cidade, mala e cuia, cachorro e calopsitas, enfim, estou nas nuvens!!!

Obrigada a todas que sei que mesmo sem notícias, ficaram na torcida por dias-melhores-pra-sempre!


ET> Any, minha querida, não fique triste, não era ainda a sua hora, mas sei que ela vai chegar em breve. Você merece!! Que a felicidade de seus afilhados-padrinhos te contagie e o sentimento ruim passe logo!

quarta-feira, 11 de março de 2009

Estou viva

O susto inicial já passou. Apesar de estar decidida sobre o que era certo e melhor fazer, chorei vários dias com meu travesseiro... há uma forte possibilidade de que eu tenha que ficar em Angra durante a semana, talvez ir e voltar um dia, por exemplo às quartas-feiras, e ter que pensar em ficar um pouco longe do marido e da minha casinha, dói. Ainda estamos arrumando a casa com nossa cara, acabei de fazer um lindo jardim, ainda temos melhorias a fazer, e de repente, pensamos que pode nem valer a pena investir, pois pode ser que a gente decida mudar daqui uns meses, além disso, é triste pensar em não ver a carinha do Julio todos os dias, saber com que humor ou ruguinha de preocupação chega do trabalho, poder cozinhar pra ele, e tomar banho juntos - coisa que a gente faz todos os dias desde de o dia em que casamos.
Angra não é tão longe daqui, fica há 2 horas, mas a estrada é bem ruim, muito estreita e cheia de curvas à beira de abismos, é arriscado fazer o percurso todos os dias, muita gente de Volta Redonda trabalha lá, e não consegui achar 1 até agora que venha e volte todos os dias. Além disso, o Julio trabalha em Seropédica, fica 1:10h de distância daqui, onde tem o Bobs na Dutra entre Rio e SP. Faz o percurso todos os dias, mas é na Dutra a estrada é boa e segura. De Seropédica a Angra, mais ou menos 2h de outra estrada também ruinzinha, coisa que dá pra fazer uma vez por semana, mais que isso, é maldade.
Então, por enquanto, vou e volto todos os dias, até eu conhecer a cidade e encontrar um lugar pra eu ficar. Já me ofereceram dividir apartamento com outras pessoas que estão lá, mas que eu não conheço. Prefiro ficar sozinha e poder receber meu marido, meus pais, amigos, quando eu quiser, poder levar minha calopsita, e quem sabe até minha rotwailler - que pensa que é um poodle - a Fiona, também. Quero algo que pareça um lar, e não uma república ou quarto de hotel. Em um lugar que seja perto do centro, sem o movimento intenso, mas que também não seja deserto demais a ponto de só ter casas de temporada. E que tenha um preço acessível. Será impossivel?
Começo o curso preparatório no dia 23, no Rio, só vou pra Angra mesmo 15 dias depois, aí vamos nos preparar pra decidir. Farei uma visita lá nesta sexta, e será meu primeiro contato pessoal com meu novo local de trabalho, estou anciosa!

Hoje completamos 5 meses de casados, estamos muito felizes, cada vez mais que no primeiro mês. E cada obstáculo que nos aparece no caminho, serve para fortaceler ainda mais o nosso amor e nos tornar com mais força "uma só carne".

Neste sábado, começa o encontro de noivos na Igreja, agora somos parte da equipe que prepara as reuniões. É hora de fazer a nossa parte e contar nossas experiências pra que cada vez mais, mais casais tenham uma união legítima e tão linda quanto a Igreja Católica deseja.

Por enquanto, acho que é só... se alguém conhece Angra e tem boas dicas pra me deixar, estou aberta a sugestões.
Bjs

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Pânico - minha vida vai mudar!!

Mais que um telegrama, um telefonema me convocou para uma nova vida.
Tenho 15 dias para me apresentar em outra cidade, em outro emprego, em outro tipo de negócio totalmente diferente do que eu trabalho a 11 anos!

Deus sabe o que faz! Vou sair do olho do furacão, do setor da Siderurgia, o mais afetado pela chamada Crise Mundial, e respirar novíssimos ares, em um lugar onde a crise não passou nem como brisa...

Não sei ainda como vai ser, não sei se vou conseguir ir e voltar pra casa todos os dias, não sei um monte de coisas... por mais que eu desejasse esse emprego, bate um medão, um pavor do diferente, são 9 anos na mesma empresa e por maior que seja o stress, o medo da mudança assusta.

Deus cuida de nós! Vou me entregar de cabeça, eu pedi, Ele me concedeu, agora é comigo.
Angra dos Reis, aí vou eu!

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Saudades

Saudades desse meu cantinho aqui e daquela vontade de contar todas as novidades...
Ando nervosa, ansiosa, vivendo uma montanha russa, pois ao mesmo tempo em que tenho mil planos, não posso pôr nada em prática por conta de um telegrama que ainda não chegou, mas que pode vir amanhã e mudar meu rumo... Faço planos e calculo cada passo cheia de esperança, e de repente, sinto como se estivesse caminhando na esteira, esforço pra chegar a lugar nenhum...
Eu quero é sair correndo!!

Se Deus quiser, esse telegrama vai chegar logo e vou poder começar a andar de verdade.
Enquanto isso, saibam que não esqueci de vocês, visito todos os blogs umas 3 vezes por dia, quase não comento porque aqui no trabalho vive dando erro, mas estou sempre com vocês.

Ainda falta postar sobre a festa, né? Vou ali tomar uma injeção de ânimo e volto já pra contar.

Beijos

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Perdoem a ausência!

Meninas queridas!
Me perdoem a ausência.

Também estou louca pra contar o restante dos detalhes, mas a nova vida de casada, as rotinas do novo lar - que não são poucas, agravadas pelo meu HD queimado - que vai me dar um trabalhão pra refazer tudo, e pela "Crise Mundial" - que chegou por aqui e vem consumindo todo meu tempo em calcular redução de custos e encontrar alternativas à demissão de pessoal... enfim, tudo isso anda me impedindo de terminar o meu relato do dia mais feliz da minha vida.

Mas nem por isso, tenho deixado de acompanhar os blogs, embora às vezes não comente...

Bem, passei por aqui pra desejar um bom fim de semana, dar sinal de vida, e dizer que não vou abandoná-las, viu?

beijos

ET> alguém comentou que o convite é igual o meu, não sei porque, o comentário sumiu e nem deu tempo de eu saber quem era... se passar por aqui de novo, identifique-se por favor!

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Chegou!!!

Chegou!!!


No sábado de manhã, eu estava sozinha em casa e como uma louca... corri pra pegar a câmera antes de abrir pra mostrar pra vocês... sintam-se abrindo comigo o meu presente!
Todo esse movimento e a torcida de vocês, me fizeram acreditar que daria certo e, que se não desse, teria muita gente pra fazer coro comigo naquela porta e muito telefone pra tocar!!
Obrigada por tudo!!


quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Sobre o Vestido... a resposta

Liguei às 10:45h da manhã, e estavam passando para logo depois, postarem.

Às 14:45h, a funcionária responsável tinha saído pra ir no Correio.

Às 15:30h, ainda não tinha retornado.

Na 4ª ligação, às 16:15, já estava achando que estavam me enrolando e iam me dar outra desculpa, mas não!!! Ele foi postado de verdade e está vindo lindo e maravilhoso - queira Deus!

Pras noivinhas de plantão acompanharem comigo, o número de controle é: SO295923975BR

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Faltam 10 dias - fazendo as malas

Neste fim de semana, que foi o último do Julio aqui antes do casamento, nos concentramos em levar nossas roupas para a casa nova, desmontar, montar armário, separar doações, separar o que ainda vamos usar nesses 10 dias pra ficar em casa, e mais ou menos o que vamos levar pra Lua de Mel e ele pro curso dele...

No sábado, fizemos isso com as roupas do Julio... e deu foi trabalho pra conseguir convencê-lo que não precisava de mais de 50 camisas de malha que ele só estava guardando de lembrança!!! rs

No domingo, foi a minha vez. Deixei o Julio em nossa casa mexendo nos azulejos do banheiro e fiquei na casa da minha mãe, despejando roupas do armário, encaixotando meus milhões de cosméticos, sapatos... em uma hora, pedi pra minha mãe me arrumar um lençol que eu ia colocar as roupas dentro e fazer uma trouxona pra levar... 1 minuto depois, volta ela, me virei achando que já era o lençol, mas não, ela estava aos prantos! Pediu pra me abraçar e disse que eu ia fazer muita falta, que eu ia ser muito feliz etc etc!
Não estava esperando aquela reação! Ainda não tinha sentido esta sensação de separação... fiquei com um nó na garganta e disse que ela não precisava ficar assim, porque eu só ia ali, estarei sempre perto e vou lá todos os dias!
Nós somos de poucas palavras, mas ela é minha companheira. Às vezes, trocamos de papel, sou a MÃE e ela a filha. Ela aguenta todos os meus mau-humores, que não são poucos; sabe que perguntas me irritam; faz de tudo pra me ajudar; passa madrugadas a fora montando os porta-guardanapos da festa; não pergunta o que houve quando chego de cara amarrada, porque sabe que eu não gosto de falar; nunca se mete na minha vida, mas está sempre ali perto para o caso de eu lhe pedir a mão; ela não faz drama; não faz chantagem emocional; não confunde o espaço dela de mãe no meu coração, com o espaço do Julio de quase-marido; sabe o exato limite entre ser mãe e ser amiga; ela ainda me põe na cama e me cobre; é minha fã de carteirinha e faz questão de enumerar minhas qualidades pra todo mundo e me deixar sem graça... o que ela não entende é que se sou mesmo tudo isso que ela gosta de falar, o mérito é todo dela! E se eu vou fazer falta pra ela, mais ainda ela vai fazer pra mim. É estranho, mas é como se uma parte minha, fosse ela, e essa vai ficando pra trás...

Rapidinhas...
Falta muito pouco para o grande dia!
Faltam ainda muitos detalhes a resolver.
Meus noivinhos ainda não estão prontos!!! Em casa de ferreiro...

E sobre o vestido... bem, é lógico que volto lá se precisar! A idéia é que eles paguem - literalmente - de alguma forma por esse transtorno e seria uma baita sacanagem eu simplesmente me dispor a voltar lá pra buscar! Tenho 1 semana pela frente, se ele não chegar aqui na sexta, estarei lá no sábado com certeza!!! E só saio de lá com as despesas da minha viagem pagas e o vestido na mão!!!!

terça-feira, 30 de setembro de 2008

Sobre o Vestido... desgraça pouca, é bobagem! com atualização

Oi, meninas!!!

Eu tô aqui louca... nem sei direito como começar esse post!

Em "resumo", o fato é:

Que sou de Volta Redonda, no Estado do Rio, que fica a 4 horas e meia de São Paulo. Aluguei meu vestido na Maison das Noivas, na São Caetano, 1º aluguel, feito sob medida, paguei todos os R$ 2.200,00 que me pediram, sem chorar. Acontece que fui até lá 4 vezes de julho pra cá, e tenho a data de entrega do vestido marcada para o dia 29/09 desde de abril... cheguei lá ontem, na hora marcada, como sempre, e o meu vestido não está pronto!!!!
Eles só bordaram a frente, com ainda detalhes a terminar, falta toda a parte de trás, e ainda vem o estilista me dizer pra ficar tranquila que eles vão me mandar por SEDEX e no sábado, no máximo segunda, o vestido chegaria!!!! Nem pra ter a ombridade de me ligar avisando do atraso e pedir pra eu ir outro dia?!
Mil desculpas foram dadas, incluindo até um choro da gerente que me pedia perdão e que queria me ver feliz! Mas PALAMORDEDEUS, isso lá é coisa que se faça?
Tô passada mesmo. Me mantive no alto do meu equilíbrio, tentando não comer a cabeça de alguém, mas no fundo... estou me segurando pelas paredes pra não cair em desespero!!! E se o vestido chegar aqui torto? e se faltar mais alguma coisa? e se sujar? e se não chegar? um monte de "ses"!!!!

Sabem, todas as vezes em que estive lá, fui muito bem atendida - tá certo que trocaram o meu estilista, que foi embora antes da minha 1ª prova, e que mandaram outro no lugar, e que na 2ª prova foi um terceiro que me acompanhou, na e na 3ª prova foi o primeiro de novo, e agora na 4ª e supostamente última, me volta o da 2 prova, sem maiores explicações do porque desse vai-e-volta... tudo bem que com a costureira foi a mesma coisa, foi uma na 1ª, outra na 2ª, e outra na 3ª que agarrou meu vestido e disse que ninguém mais encostava nele senão ela, e que graças a Deus, voltou na 4ª, pra confirmar a perfeição do que ela já tinha ajustado, e lamentar comigo a falha universal das bordadeiras que não terminaram o trabalho... mas com tudo isso, fui muito bem atendida todas as vezes, confiei no trabalho deles, e não esperava que dessem esse furo comigo.

A pressão psicológica foi tanta, que cheguei a sair da loja só com um Termo de Compromisso assinado por mim, dizendo que devolveria o vestido no dia 14/10.
De repente, me veio uma luz! Como assim, meu Deus! Vou devolver o que eu ainda nem levei, não tem escrito em lugar nenhum que eles não cumpriram o compromisso de me entregar no dia 29, muito menos que vão enviar por correio só no dia 02/10, e ficaram com a minha via do contrato também!? E se depois eles não me mandam e ainda resolvem me cobrar o vestido que nem levei?? Hein?!!!
Voltei pra loja, peguei meu contrato de volta, e exigi por escrito o compromisso de me enviar o vestido até o dia 2.

No dia 2, vou ligar bem cedo, pra pegar o número de controle do correio.
Nada disso me garante nada. Só achei que no meio da lama, era o melhor que eu podia fazer... alguém tem outra idéia??

Minha vontade era mesmo fazer um piquete em frente à loja e não deixar que nenhuma outra noivinha feche um contrato com eles até que eles reparem este erro absurdo que fizeram comigo - ou eu tô exagerando e nem é tão absurdo assim?
Ou que tal uma corrente de ligações? rsrs... todo mundo ligando pra lá e perguntando se já terminaram meu vestido?? rsrs
Acho que tô pirando!!! Mas se alguém topar a loucura:
Maison das Noivas
Rua São Caetano, nº93/97, Luz. Tels: (11) 3228 3896/ 3229 3361


Atualização: postei, e em seguida fui ver as fotos da prova, não resisti!!! Olhem as minhas caras de "quero sumir daqui", "não vou chorar", "sai da minha frente, antes que eu te mate"... e por aí vai! Vê se essa é a cara que uma noiva deve ter!??

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Acertando o Passo

Olá, meninas!
Obrigada por todos os comentários, conselhos, preocupações e orações!
Só de sentir que vocês se preocupam comigo, me fez melhorar e ter novo ânimo pra dar solução pras coisas.
Hoje, em especial, gostaria de agradecer à Rajah por tudo o que ela é, pelo exemplo de vida que deixa pra nós. A cada pedacinho da sua história que eu conheço, te admiro ainda mais. Você é uma guerreira e me faz sentir que posso vencer qualquer coisa!

Ontem eu pensei muito em tudo que estava acontecendo. Rezei muito e pedi sabedoria, paciência e equilíbrio pra dar solução pra tudo.
Escrevi o que estava sentindo em um e-mail pro Julio, escrevo muito melhor do que eu falo, desabafei e o nó na garganta se desfez, assim consegui avaliar melhor a situação e decidir alguns rumos.
À noite, tivemos uma conversa longa e dolorida, mas que era completamente necessária pra que a gente se acertasse.
Eu estava me sentindo mal, sozinha, me desgastando por uma comemoração que deveria ser a celebração do nosso amor, mas que havia se tornado o nosso maior motivo de afastamento.

Estava dando tudo de mim e pensando em cada detalhe com muito carinho, mas eu só recebia críticas e acusações de volta. Aquilo vinha me machucando há tempos, mas eu sempre engolia tudo e evitava discutir porque eu penso que de jeito nenhum o casamento pode ser nosso motivo de discórdia, eu acreditava que aquilo ia passar logo, que ele ia perceber a injustiça que estava fazendo comigo e mudaria de comportamento, e ia curtir tudo isso comigo. Mas as mágoas foram se acumulando, me sentia cada vez pior, tinha cada vez mais dúvidas se estava valendo a pena, não tinha o apoio que precisava, e o que era pra ser a preparação do dia perfeito e mais feliz das nossas vidas, virou o caminho inverso. Coisas que nunca foram motivo de discórdia pra gente antes, passaram a ser. E como eu tenho fama de mulher-maravilha, todo mundo acha que eu não preciso de ajuda de ninguém. Vivem me oferencendo: se precisar de alguma coisa, me fala. Mas efetivamente, quase não se faz nada. Fico só e sem o apoio de quem deveria ser o maior interessado.
Me senti um lixo. Sempre tive a intenção que nossa cerimônia e recepção fossem as mais lindas possíveis, que o cenário fosse coisa de sonho e desse pro evento todo valor que ele merece. Que representasse à altura a conquista que é pra nós chegarmos neste dia, depois de tanto obstáculos que passamos, que representasse toda beleza e grandiosidade do nosso amor. E quando falo de valor, não estou falando de dinheiro, de jeito nenhum. Estou falando de sentimento, de emoção e de um ambiente propício emoldurar o que tem de essencial nisso tudo: nossa união. Mas de uma forma muito mesquinha, o dinheiro passou a ser o centro de tudo, e eu fui acusada de ser uma patricinha, fútil, de nunca estar satisfeita com o que tenho e sempre querer mais.
Isso é uma grande mentira! Eu não sou assim!

Raramente falo em dinheiro, não reclamo do que ganho, não reclamo do que pago, não vivo gastando o que não tenho, nem esbanjando nada pra ninguém.
Hoje eu tenho um salário legal, apesar de não gostar do que eu faço. Consegui fazer uma faculdade e uma pós, com minhas próprias pernas. Ralei muito, e sozinha. Nunca corri atrás do meu sonho sem pensar nos outros.
Sempre quis ser veterinária e estudar na Rural. Mas escolhi fazer um curso técnico porque eu tinha que trabalhar logo e ganhar dinheiro pra ajudar minha família, porque meu pai estava desempregado há quase 10 anos. Preferi abrir mão do meu sonho, para que meu irmão mais velho pudesse seguir o sonho dele e fosse estudar Medicina.
E foi o que fiz, com 17 anos, terminei o curso e aceitei um estágio que ninguém mais queria, só porque eu não me sentia no direito de escolher o que era melhor pra mim, só sabia que minha família precisava de qualquer dinheiro que eu pudesse ganhar. E com 17 anos, era eu quem sustentava uma casa, pagava contas, fazia compras e ainda tentava pagar as mensalidades de 3 faculdades: a minha, da minha irmã mais nova e do meu irmão mais velho. Em momento nenhum, eu exitei em fazer o que precisava, em detrimento de não realizar meu sonho. E fiz sem olhar pra trás e sem reclamar. Gostei do que aprendi, gostei de trabalhar e vi muitas oportunidades de crescimento naquela empresa, fui efetivada, mas eu ganhava pouco. Quando veio a proposta de trabalho na Siderúrgica que trabalho até hoje, eu nem pensei em mim, no crescimento pessoal e profissional que eu poderia ter ali, nas viagens pro exterior, na bolsa de estudos que a empresa anterior ia pagar pra mim... só pensei que era um salário quase 3 vezes maior, e que eu podia ajudar muito mais, que eu podia ajudar meus irmãos que queriam fazer faculdade também.
Optei por uma faculdade que nunca tinha pensado em fazer antes, só pra me qualificar no que eu já estava fazendo. E eu fiz isso por muitos anos, até que finalmente, graças a Deus, meu pai conseguiu um emprego e voltou a ser o homem da casa.
Tudo voltou a ter ser curso normal, mas eu estava aqui, fazendo algo que eu nunca sonhei, e eu nem sabia mais o que eu queria, já nem sabia mais o que era pensar em mim, sem nunca ter feito nada pra mim, eu não me conhecia mais. Quando me dei conta, achei que já era tarde demais pra correr atrás do meu sonho, e nem tinha mais certeza se o sonho era o mesmo. Só uma coisa nisso tudo não mudou, em todo momento, eu tinha certeza que teria uma família. Nunca pensei em detalhes grandiosos, em casas e carros luxuosos... eu só queria um casamento lindo, um dia perfeito que marcaria de forma única o início da minha nova vida, agora sim, MINHA vida, não a vida dos outros, mas algo efetivamente meu e pra mim.
Qualquer ser humano gosta do que é bonito, e o que eu enxergo é isso. Coisas bonitas me fazem feliz e eu quero tê-las. Primeiro eu sinto, depois, bem depois, eu penso se eu tenho dinheiro pra pagar e não o contrário. E eu queria tudo de lindo pro nosso dia. E estou sim tentando adaptar sempre o mais lindo possível ao dinheiro que tenho pra pagar. Não assumi, não bati o pé por nada que não pudesse pagar. Quanto tempo eu "perco" com planilhas, planejamentos e etc?
Eu demorei muito pra aprender a pensar em mim, a me perguntar o que eu queria, o que eu precisava. Talvez eu tenha passado da conta e me tornado egoísta, ou talvez eu NÃO ache mesmo que dinheiro é mais importante do que sentimento. Alguém pode interpretar como futilidade... mas não é isso.

Eu sonhei com um dia lindo pra nós, por muito tempo, praticamente desde o dia que o conheci.
Toda minha insistência em fazer essa festa foi simplesmente pra consolidar tudo o que a gente já passou pra chegar nesse dia, que não foi pouco, muito menos pequeno, foi grandioso e cheio de obstáculos e eu achei que merecia ser comemorado à altura. Ficou muito difícil pra mim fazer algo que está ao alcance das minhas mãos, que seja bonito e cheio de amor, enquanto eu só recebo críticas, acusações e grosserias. É como dar um presente pra alguém e a pessoa rasgar aquele embrulho lindo que você teve tanto trabalho de fazer, olhar com cara de desdém aquilo que você escolheu pra ela com tanto carinho, e depois quebrar na sua frente e ainda reclamar que a culpa é sua porque não era aquilo que ela queria e você não soube dar.
Eu esperei muito tempo que o Julio amadurecesse a idéia de casar e ter filhos, ele é quase 4 anos mais novo que eu. Cheguei a ouvir que ele não tinha nascido pra isso e fui proibida de planejar qualquer coisa em relação a isso.
Quando ele começou a falar sério sobre casamento, eu não acreditei... eu sonhei muito com isso e quando chegou, eu não acreditei que era pra mim. Quando a ficha caiu, quis que o Grande Dia fosse realmente um grande dia... o mais lindo da minha vida, e sonhei com um cenário de conto de fadas, com o brilho nos olhos e o aperto no coração dos filmes babões... besteira? futilidade?... pode ser, mas eu chamo de ingenuidade, de romantismo... foi só isso que eu desejei.

E lá no início ele concordou. Fechamos contratos e eu acreditei que ele queria viver esse sonho comigo. De repente, ele se tornou duro, autoritário e passou a me tratar de qualquer jeito, e a cada vez que falávamos de algum assunto relacionado a este dia, eu ouvia algo que novamente fazia doer meu coração. Me vi entre a cruz e a espada, entre continuar e realizar um sonho acreditando que seu comportamento era passageiro e que ia mudar de idéia e curtir isso tudo comigo, ou desisitir de realizar opra depois você mudar de idéia e passar o resto da vida lamentando pelo deixamos de fazer. Como acreditei mesmo que mudaria de comportamento mais cedo ou mais tarde, optei por seguir em frente e tentar fazer tudo o mais lindo possível.

Mas tive que engolir muitos sapos, que ouvir muita coisa que me machucava cada vez mais... e até ontem, há 2 meses do esperado dia, nada havia mudado... eu continuava caminhando sozinha pra realizar uma festa linda pra nós, no fundo, tinha esperança que no dia, depois que ele visse tudo, percebesse que pensei em cada detalhe pra que fosse um dia perfeito pra nós. Mas eu já não estava aguentando a pressão e o Julio ainda não tinha entendindo o quanto estava me fazendo mal e o quanto estava sendo injusto.
Depois do e-mail e da conversa de ontem, acredito que voltamos a andar na mesma direção. Ele conseguiu entender que minha motivação em festejar, não era por vaidade, nem futilidade, que eu queria fazer algo bonito pra nós e prometeu olhar tudo com novos olhos, quer conhecer tudo o que eu já escolhi em detalhes, quer saber da minha planilha de gastos e decidir juntos se podemos completar mais alguma coisa ou não. Ainda não tinha parado pra pensar na forma que estava agindo, no que estava me falando, totalmente incoerente com o que ele é, com o que pensa e o que conhece de mim. Depois de ouvir tudo o que eu disse, nem ele mesmo conseguiu entender porque agiu de forma tão estranha. Minha única explicação: Deus ama casamentos! Em contrapartida, o Coisa Ruim odeia e faz tudo pra estragar!
Mas... se Deus é por nós, quem será contra nós?
Não tenho ilusões de que tudo será perfeito daqui por diante, mas tenho absoluta certeza de com Deus, o Amor sempre vence!


* meu check-list tá crescendo! Vocês vêem!??

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Noiva em fuga... sobre sair correndo

Oi, meninas!
Hoje eu tô muito triste.
Agora a 2 meses do grande dia, têm acontecido umas coisas que estão me dando vontade de sair correndo, de voltar no tempo e ir parar lá em janeiro.

Estou vendo um sonho ir por água abaixo.
Estou vendo algo que era pra ser lindo e feliz, se tornar feio e traumático.
Não estou sabendo lidar com isso.
Não sei o que fazer.
Que Deus me ilumine pra tomar as decisões certas.
Rezem por nós.

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Sobre Um Dia Após o Outro

Olá, meninas!

Para começar e desfazer a má impressão que pode ter ficado quando falei de "revolta", vou explicar:
Não estou revoltada com Deus, não estou revoltada porque o vô se foi, acho que revoltada nem é mesmo o nome...
O que me incomoda é o fato das pessoas sempre colocarem a culpa de tudo em Deus.
Não acredito que tudo estava escrito, se estivesse, Deus seria um baita mentiroso quando lá no início, nos deu o Livre Arbítrio.
Seríamos simples fantoches, pensando que fazemos escolhas, mas na verdade, só seguimos o script.
Essa idéia não me agrada em nada.
Acredito que temos vários caminhos a trilhar, várias decisões a tomar na vida, e não existem aquelas 100% boas/certas, nem ruins/erradas.
Acredito que Deus move montanhas e te dá novas oportunidades, quando as suas escolhas começam a te levar pra um caminho ruim.
Mas Ele não é cruel, Ele te deixa escolher, mesmo que seja escolher ir pra longe dEle.
Deus tudo sabe e tudo pode. Sabe de cada folha e cada fio de cabelo seu que cai.
Ele até pode ordenar que um deles caiam, mas prefere te dar a opção de arrancá-los.
Não quero criar nenhum desconforto, nenhuma polêmica, nada disso, só mesmo explicar a origem da minha inconformidade e me abrir pra que vocês conheçam melhor o que se passa no meu coração.

Obrigada a todas pelo carinho e pelas palavras, viu?
Estamos bem e vivendo, como o vô gostaria de nos ver.
Foi uma semana muito difícil pra nós e o meu trabalho ainda contribuiu bem negativamente pra isso... andei saindo daqui às 23h.
E a cada hora que passava eu imaginava: "Meu Deus! Não posso viver assim! Se eu tivesse um filho pra pegar na creche, pra cuidar, como seria? Eu ia fazer o quê? Não posso viver assim." Mas porém, contudo, entretanto, todavia, por enquanto, preciso desse emprego e desse bendito salário no fim do mês. Enquanto isso, vou pensando em alternativas pra eu ter mais qualidade de vida em um futuro bem próximo.

Sobre o casório, atualizando as noividades:
- tag de lembrancinha, individuais e convites prontinhos;
- lista de convidados sendo revisada e organizada com formas de tratamento para sobrescrever os convites;
- lacres aguardando as tags escritas para serem colocados;
- Dia da noiva em duas partes - spa relaxante e depois produção em outro salão - quase fechado;
- tecidos e modelo das roupinhas das damas já estão com a costureira;
- comprinhas dos itens do chá de panela e enxoval básico foram iniciadas;
- lista de presentes da Leader está quase finalizada - as demais estão ok.;
- finalizar o contrato de decoração floral;
- 2ª prova do vestido é 2ª feira que vem em SP... e vou definir grinalda e acessórios.

Falta:
- fechar filmagem;
- iluminação decorativa da recepção;
- definir repertório com o DJ;
- definir local da noite de núpcias;
- fazer sessão de fotos com o fotógrafo;
- terminar todos os sapinhos - lembrancinhas das solteiras sem buquê;
- definir lembranças dos padrinhos, madrinhas, pais e avós;
- confeccionar a mini-cômoda para a mesa de bem-casados;
- comprar papel e recortar para a árvore de recados;
- definir caneta para os recados;
- montar a cesta de núpcias;
- fazer enxoval de lingerie;
- fazer meus noivinhos!!!;
- decidir sobre o Mestre de Cerimônias;
- decidir sobre o carro da Noiva;
- levar proclamas na paróquia do Julio;
- buscar habilitação no cartório... é o que me lembro por enquanto.... fora o que falta no castelo!!!

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Sobre uma Noite sem Dormir

Ai, ai, gente! Estou caco!
Ontem, graças a Deus, Isabelle saiu da UTI e foi pra casa com a mamãe. O dia foi super tranquilo, mas a noite... tadinha, estava com cólicas, a mãe com muita dor da cesárea, o leite que não quer sair, o pai desajeitado, enfim, a titia coruja aqui passou a madrugada inteira agarrada com a bichinha e se eu me mexesse... era um escândalo!

Cansaço à parte, é uma delícia! Sinto algo que imagino, mais se aproxima do que vou sentir quando nascerem os meus filhos. Quem tem irmãos e cresceu compartilhando tudo com eles, tudo que era de um era de outro também, vai saber do que estou falando... a filha é do meu irmão, mas a emoção que sinto é tão grande, que parece que é minha também! rsrs

Falando em casamento... a degustação foi bem proveitosa. Estamos com quase todo o cardápio definido e marcamos outra degustação na terça que vem, pra provarmos uns itens que nos interessaram, mas faltou. Dá pra ter - literalmente - um gostinho do que será nosso grande dia.

Andei meio preocupada com a arrumação do salão para a quantidade de convidados que eu tenho, e já sei que tem uma festa nodia 9 de agosto com a mesma quantidade de pessoas e vou poder ir até lá e avaliar se será necessário alugar uma tenda a mais do que as 4 que já tem lá.

Quanto aos convites, a gráfica já entrou com o meu cheque, mas nada de preparar meu layout!!! aff!

Semana que vem, dia 17, é feriado aqui em Volta Redonda e vou à SP fazer a primeira prova do meu vestido! Que ansiedade!!!

O noivo disse que deu carta branca, mas continua implicando com algumas coisinhas... e eu? rs... tô só no "pediu, tá pedido, não adianta ficar arrependido"... e no "combinado não é caro"... e nem dou bola pra ele. Esse negócio de falar e depois voltar atrás me irrita profundamente, e já que não quero ficar irritada... melhor abstrair!!!

Beijos, flores! E bom fim de semana!

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Sobre Sacudir a Poeira

Oi, flores!
Muitos afazeres para o fim de semana??

Eu tenho basicamente três missões:
1. Terminar de pintar minha casinha;
2. Maquiar minha cunhada para uma sessão se fotos como o barrigão - grávida de 8 meses;
3. Terminar de fazer os noivinhos topo de bolo da Marinele.

Dois assuntos que ainda não comentei por aqui, né?
Pois é, essas são duas coisas que amo fazer e que pretendo viver só disso um dia: Maquiagem e Artesanato... cada um merce seu post explicativo, e prometo que faço e devidamente ilustrado!

Como disse no post anterior, apesar da chateação de anteontem, já havia acordado com outro ânimo, então fechei o contrato dos meus convites, marquei uma reunião com a florista e a degustação no Buffet... e bola pra frente! Faltam 100 dias para o casório, tenho mais é que acelerar o que falta e pôr tudo em ordem.

Assim que o layout do convite ficar pronto, fotografo e mostro pra vocês.
Beijos e um fim de semana produtivo pra vocês!!!

quinta-feira, 3 de julho de 2008

Sobre Detalhes... tão pequenos de nós dois

Ontem, eu passei o dia muito tristinha, mas depois de uma noite de sono, hoje já acordei com outro ânimo.

Tivemos uma reunião na terça-feira com o buffet para começar a definir alguns detalhes da decoração. Cada detalhezinho faz diferença... e minha preocupação atual são as flores.

Meu contrato contempla arranjos baixos de flores do campo e minha festa será em tons que vão do salmão, pêssego ao rosa, com detalhes em dourado, e não consigo imaginar como compor isso com flores do campo. Nem sei que raios de espécies de flores estão consideradas nessa categoria de flores do campo, nem se existem nesses tons.

O fato é que a cada detalhe que envolve um custo a mais para a festa, independente do valor, seja R$ 10,00 ou R$ 1.000,00, o noivo entra em crise e questiona novamente a "utilidade" e "necessidade" de ter a festa e fala, e fala, e fala. E eu fico muito chateada.

Nessa hora, tento manter a calma e não discutir, mas tenho sentimentos estranhos que parecem uma montanha russa, e vão da vontade de jogar tudo pro alto e nunca mais olhar pra ele, vontade de jogar a festa pro alto e passar o resto da vida amargando o ressentimento, vontade de resolver tudo sozinha e só comunicar: tô pagando... e volto pro meu anjinho dizendo no meu ouvido: calma, paciência, você quer passar o resto da vida com ele, por isso quer tanto essa festa que não é só pra você, mas pra ele também e no fim, ele verá que valeu a pena, não desista!

E engulo tudo e tento não brigar e continuar resolvendo o que falta, mesmo me sentindo sem apoio e mesmo com medo da reprovação dele.

Talvez no final, realmente ele reconheça o quanto foi importante realizar tudo isso, mas construir esse sonho sem o apoio dele, não tem o mesmo gosto.